Variações na produtividade e matéria seca de raízes de mandioca em função da época de colheita

Augusto Carlos Pola, Alexsander Luís Moreto, Eduardo da Costa Nunes, Luiz Augusto Martins Peruch, Enilto de Oliveira Neubert

Resumo


As indústrias processadoras de mandioca do Litoral Sul de Santa Catarina operam durante cerca de quatro meses ao ano. Objetivou-se com este trabalho identificar variedades que possibilitem ampliar o período de colheita e, consequentemente, viabilizar o aumento do período de processamento industrial. Foram avaliadas seis variedades em 17 meses consecutivos de colheita quanto à produtividade e teor de matéria seca das raízes. Foi observado um aumento médio de 29% na produção de raízes e uma diminuição no teor de matéria seca de 6,28% entre o primeiro ciclo vegetativo (julho) e o segundo (abril). Estas variações foram influenciadas pela ocorrência de podridões de raízes, estiagens e temperaturas elevadas. Os resultados indicam que é possível aumentar o período de operação das indústrias com a utilização de cultivares com teores de matéria seca mais elevados, como o SCS253 Sangão e o SCS254 Sambaqui.


Palavras-chave


Manihot esculenta, amido, estiagem, temperatura, produção.

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