Doenças em viveiros florestais de Eucalyptus spp., Corymbia spp., Pinus spp.e Ilex paraguariensis, micorrização e estratégias de controle
Palavras-chave:
Viveiro florestal, Doença de planta, micorrizaçãoResumo
O Estado de Santa Catarina tem posição destacada no setor florestal Brasileiro, sendo o segundo Estado maior exportador de produtos florestais. Da superfície territorial do Estado, 5,4% é coberta por florestas plantadas, sendo estimada em mais de 600 mil hectares a área total com silvicultura. Esta área corresponde a 10% da área de florestas plantadas no País. Várias são as doenças que prejudicam o cultivo das principais espécies. Em condições de viveiro, as doenças fúngicas são as mais importantes, causando tombamento de mudas, podridões de raízes e estacas e seca de folhas e acículas. Raramente, nematóides têm sido encontrados e quando ocorrem não causam sérios danos. A diagnose de doenças de plantas constitui o passo básico e fundamental para o manejo correto das doenças, onde se procura identificar o agente causal responsável pelo distúrbio fisiológico da planta. Tais agentes podem ser de natureza biótica (infecciosa), como fungos, algas, bactérias, vírus, viróides, entre outros e abiótica (não infecciosa), como altas e baixas temperaturas, excesso ou deficiência de umidade, gases tóxicos na atmosfera, toxidez por agroquímicos, excesso ou deficiência de nutrientes, queima por raios solares, chuva de granizo, luminosidade excessivamente baixa ou excessivamente alta, dentre outros.
Referências
Gallotti, Gilson José Marcinichen. Doenças em viveiros florestais de Eucalyptus spp., Corymbia spp., Pinus spp. e Ilex paraguariensis, micorrização e estratégias de controle. Boletim Técnico, Florianópolis, n.143, 2008.