Mutação induzida como fonte de variabilidade para tolerância a temperaturas baixas no estádio de germinação em arroz irrigado

Autores

  • Juliana Vieira Raimondi
  • Fabiane da Rocha Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ)
  • Rubens Marschalek Epagri/Estação Experimental de Itajaí
  • Augusto Tullmann Neto Universidade de São Paulo/Centro de Energia Nuclear na Agricultura (Cena)

Palavras-chave:

Oryza sativa, raios gama, seleção

Resumo

A tolerância a temperaturas baixas no estádio de germinação em cultvares de arroz irrigado é um método de controle efciente para evitar os danos causados por este fenômeno de natureza abiótca e imprevisível. O objetvo deste trabalho foi avaliar a efciência da mutação induzida na geração de variabilidade genétca para tolerância a temperaturas baixas
no estádio de germinação. Sementes de populações M2 foram tratadas com raios gama e submetidas a temperatura de 14°C durante 28 dias. As respectivas linhagens e cultivares não tratados com raios gama serviram de comparação para certificação da presença de variabilidade genétca nas populações M2. Houve grande variabilidade genétca em todas as populações M2 para taxa de germinação, comprimento de coleóptilo e radícula. Populações M2 de SC 319, SC 333, SC 342, SC 213, Epagri 106,
Epagri 107, Epagri 108 e Epagri 109 apresentaram maior tolerância à temperatura baixa do que as respectivas linhagens e 
cultivares não tratadas. A mutação induzida é efciente na geração de variabilidade genétca para tolerância a temperaturas baixas na germinação do arroz.

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Publicado

2020-04-28

Como Citar

Raimondi, J. V., da Rocha, F., Marschalek, R., & Tullmann Neto, A. (2020). Mutação induzida como fonte de variabilidade para tolerância a temperaturas baixas no estádio de germinação em arroz irrigado. Agropecuária Catarinense, 24(3), 75-79. Recuperado de https://publicacoes.epagri.sc.gov.br/rac/article/view/705

Edição

Seção

Artigo Científico