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DESEMPENHO DA PISCICULTURA DE SANTA CATARINA EM 2025
2026Santa Catarina atingiu a marca histórica de 60.273 toneladas de peixes produzidas em 2025, sendo um salto expressivo de 11,6%, o maior registrado nos últimos 10 anos. Após um período de estabilização entre 2023 e 2024, o setor registrou forte recuperação em 2025. Apesar do aumento da produção, a redução do preço da tilápia observado em 2025 acabou impactando negativamente o valor total movimentado.
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Tilápia Epagri SC 05
2026Desde 2014, a Epagri mantém, no Campo Experimental de Piscicultura de Itajaí (Cepit), um programa de seleção genética da tilápia-do-nilo (Oreochromis niloticus). O objetivo do programa é desenvolver uma linhagem com melhor desempenho de crescimento adaptada às condições de cultivo de Santa Catarina. Para isso, os candidatos à seleção são avaliados em testes de desempenho realizados em viveiros escavados, sob condições intensivas de cultivo, entre os meses de janeiro e setembro. Todos os peixes que passam pelo processo de seleção são identificados por microchip, têm sua genealogia registrada, e as informações individuais são avaliadas juntamente com os dados de desempenho durante os meses citados. Em média, ao longo das gerações, a temperatura registrada variou entre 21 e 23°C, com mínimas de até 12°C nos meses de julho. A estratégia de seleção dentro de famílias é utilizada para minimizar a endogamia, evitando que parentes próximos acasalem. Além disso, garante a manutenção da diversidade genética, prevenindo a ocorrência de defeitos genéticos e a redução do desempenho de características importantes para o cultivo.
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MoHid SC Explorer
2026O MoHid SC Explorer é uma plataforma que permite a visualização interativa dos resultados do modelo hidrodinâmico operacional da Epagri.
Com uma interface intuitiva, oferece mapas dinâmicos, navegação temporal, diferentes domínios e variáveis, facilitando a visualização e análise dos padrões espaciais e temporais dos fenômenos hidrodinâmicos.
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Irrigação da Bananeira em Santa Catarina
2026Eventos climáticos extremos e mudanças no regime de chuvas têm levado produtores catarinenses a buscar estratégias para aumentar a resiliência dos bananais e manter a produtividade. O padrão climático típico do estado tem sido alterado por anomalias, como estiagens prolongadas no verão e períodos de chuvas intensas no inverno. Mesmo curtos episódios de déficit hídrico podem causar perdas significativas na bananicultura, devido ao sistema radicular superficial e à ampla área foliar da planta, que elevam a evapotranspiração e, consequentemente, a demanda por água.
