Resposta do milho à aplicação de esterco de suínos e nitrogênio mineral em áreas com uso intensivo de adubo orgânico

Autores

  • Eloi Erhard Scherer Epagri/Centro de Pesquisa para Agricultura Familiar – Cepaf
  • Ivan Tadeu Baldissera Epagri/Centro de Pesquisa para Agricultura Familiar
  • Cristiano Nunes Nesi Epagri/Centro de Pesquisa para Agricultura Familiar

Palavras-chave:

produtividade, fertilidade do solo, plantio direto.

Resumo

Visando avaliar o efeito do esterco líquido de suínos e do adubo nitrogenado na produção de milho em sistema plantio direto, foram conduzidos dois experimentos em Chapecó e Guatambu, SC, sobre um Latossolo Vermelho distroférrico típico, no período de 2000 a 2004. O delineamento experimental foi em blocos casualizados com três repetições e tratamentos dispostos em parcelas subdivididas. Nas parcelas foram aplicados zero, 40 e 115m3/ha de esterco na superfície e 40m3/ha no sulco de semeadura. Nas subparcelas foram aplicados zero, 60 e 120kg/ha de N, sendo um terço na semeadura e dois terços 45 dias após. Em Guatambu, a resposta do milho à adubação nitrogenada mineral e ao esterco foi significativa nos anos com incrementos lineares para N mineral, na ausência de esterco, e com efeito quadrático para esterco, na ausência de N mineral. O rendimento máximo foi obtido com aplicação de 85m3/ha de esterco. Em Chapecó, em área adubada com esterco por vários anos, a resposta do milho à adubação nitrogenada e esterco foi menor. Não foram observadas diferenças em produção de
grãos entre os modos de aplicação do esterco.

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Publicado

2021-05-27

Como Citar

Scherer, E. E., Baldissera, I. T., & Nesi, C. N. . (2021). Resposta do milho à aplicação de esterco de suínos e nitrogênio mineral em áreas com uso intensivo de adubo orgânico. Agropecuária Catarinense, 19(3), 57-62. Recuperado de https://publicacoes.epagri.sc.gov.br/rac/article/view/945

Edição

Seção

Artigo Científico