Sobre a Revista

Foco e Escopo

Revista Agropecuária Catarinense (RAC) é editada desde março de 1988 pela Epagri e está disponível on-line desde 2016 via sistema OJS, incluindo as edições publicadas de 2003 até 2015. A RAC é uma revsta de periodicidade quadrimestral (Abril, agosto e dezembro) e publica trabalhos técnico-científicos sobre temas originais em pesquisa agropecuária e extensão rural e pesqueira. O público alvo é composto por pesquisadores, extensionistas, professores, estudantes de graduação e pós-graduação e profissionais de ciências agrárias e correlatas. 

 Indexadores

A Agropecuária Catarinense está indexada em oito bases: Agris (FAO), Agrobase (Mapa), CAB internacional, Diadorim (Ibict), DOAJ, PKP Index, Períódicos da Capes e Revistas de Livre Acesso (CNEN).

 Ética na publicação

A Agropecuária Catarinense está alinhada com as boas práticas para o fortalecimento da ética na publicação científica. Mais informações sobre diretrizes de ética nas publicações podem ser consultadas no site do Committee on Publication Ethics - COPE (https://publicationethics.org/).

Autoria

Todos os autores devem ter contribuído com o trabalho submetido à Agropecuária Catarinense, de forma a justificar seu nome na autoria do manuscrito. As contribuições de qualquer pessoa que não atenda aos critérios de autoria devem ser listadas na seção de Agradecimentos. Quando houver casos de disputas quanto à autoria, estabelece-se primeiramente o contato com o autor correspondente, pois cabe a este a responsabilidade pela veracidade das informações quando da submissão do trabalho e, se necessário, com todos os autores. Em caso de impasse, contata-se as instituições de afiliação dos autores ou de financiamento envolvidas no desenvolvimento da pesquisa.

Diretrizes de má conduta

A Agropecuária Catarinense publicará, sempre que necessário, erratas, retratações e manifestações de preocupação sobre material publicado quando houverem suspeitas de má conduta na pesquisa e publicação de um artigo.  São exemplos de má conduta a fabricação ou falsificação de dados e imagens. O plágio também é enquadrado como uma má conduta. A revista revisa todos os artigos aceitos para  publicação com software anti-plágio CopySpider ou similar. O processo de avaliação é criterioso na identificação de tais más condutas. Se houver dúvidas, solicita-se aos autores os dados comprobatórios da metodologia e dos resultados. No caso de constatação de má conduta, as instituições de afiliação dos autores ou de financiamento envolvidas no desenvolvimento da pesquisa são notificadas. Suspeitas de infrações éticas podem ser comunicadas por qualquer pessoa a qualquer tempo, através do e-mail editoriarac@epagri.sc.gov.br.

Conflito de interesses

A revista exige que todos os autores divulguem quaisquer fontes potenciais de conflito de interesses no artigo submetido à Agropecuária Catarinense. Qualquer interesse ou relacionamento, financeiro ou de outra forma, que possa ser percebido por influenciar a objetividade e imparcialidade de um autor é considerado uma fonte potencial de conflito de interesses.

Autorizações de pesquisa

Quando cabível, deve ser mencionado na metodologia os números dos processos de autorizações legais necessárias à realização da pesquisa, tal qual, comitês de ética em pesquisa com seres humanos, acesso ao conhecimento tradicional e recursos da biodiversidade, entre outros.

Artigos apresentados em eventos científicos

A Agropecuária Catarinense aceita artigos já apresentados em eventos científicos na forma de resumos ou resumos expandidos. Em caso de “short papers” recomendamos entrar em contato com a equipe editorial para uma análise prévia. Os autores têm a obrigação de informar, durante o processo de submissão do artigo no campo “comentários ao editor”, o nome do evento e o link do site, onde foi apresentado o primeiro relato da pesquisa.

Direito Autoral

Direitos Autorais para artigos publicados nesta revista são do autor, com direitos de primeira publicação para a revista. Em virtude de aparecerem nesta revista de acesso público, os artigos são de uso gratuito, com atribuições próprias, em aplicações educacionais. 

Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.

Todo o conteúdo da Agropecuária Catarinense, exceto onde está identificado, está licenciado sob uma Licença Creative Commons CC BY.

Arquivamento

Esta revista utiliza o sistema LOCKSS para criar um sistema de arquivo distribuído entre as bibliotecas participantes e permite às mesmas criar arquivos permanentes da revista para a preservação e restauração.

Processo de Avaliação pelos Pares

Os artigos são revisados por três avaliadores, selecionados pelos editores de seção nas áreas de conhecimento abrangidas pela Agropecuária Catarinense, no sistema Blind Review, ou avaliação duplo cega. Em caso de dúvidas os editores técnicos dão apoio aos editores de seção ou consultam o Comitê de Publicações da revista.

Comitê de Publicações é composto de especialistas nas diversas áreas de conhecimento das ciências agrárias e é formado por representantes (titular e suplente) das Unidades de Pesquisa da Epagri. Além do Comitê, eventualmente são consultados revisores externos à instituição. O Comitê de Publicações se reúne quadrimestralmente para discutir assuntos estratégicos da revista e normas editorais de publicação.

Conselho Editorial é composto de consultores especialistas internos e externos à Epagri oriundos de diversas instituições de pesquisa e ensino do Brasil e exterior. Cabe ao Conselho Editorial definir ações estratégicas e, eventualmente, resolver questões que exijam decisões que o Comitê de Publicações tem dificuldades em solucionar. 

 Avaliação e a publicação dos manuscritos

1) Preliminarmente, todos os manuscritos serão avaliados pelos editores em relação à adequação ao escopo e à formatação da revista. Posteriormente, os manuscritos serão enviados aos Editores de Seção, que emitirão um parecer sobre sua relevância e qualidade de redação, podendo rejeitar ou encaminhar aos revisores.

2) Em caso de parecer favorável, o início da tramitação se dá com o encaminhamento do manuscrito para avaliação por três revisores especialistas no tema.

3) Os autores serão notificados sobre os pareceres dos revisores pelo editor de seção e deverão analisar as recomendações e sugestões para preparar uma nova versão do manuscrito em um prazo de 30 dias, encaminhando o arquivo em formato eletrônico (.doc) ao editor. No caso do não atendimento de alguma sugestão dos revisores, os autores deverão apresentar suas justificativas.

4) A versão corrigida será avaliada pelo editor de seção quanto à completude das alterações sugeridas pelos revisores. Caso seja necessário, o editor de seção encaminha novamente o manuscrito aos revisores para uma segunda rodada de avaliação. Nesse caso, após a nova avaliação, o manuscrito deverá ter uma recomendação convergente pelos revisores que poderá ser de aceitação, de solicitação de novas correções ou rejeição. Eventualmente, quando há contestação da decisão dos editores de seção, o manuscrito será enviado a um membro do conselho editorial para decisão final sobre a aceitação ou rejeição do artigo.

5) Uma vez aceito quanto ao mérito científico, o manuscrito será encaminhado a um revisor da língua inglesa ou portuguesa. Após a correção do manuscrito, os autores receberão a versão revisada para verificação, comunicando posteriormente o editor sobre a aceitação da revisão.

6) No processo de revisão final do manuscrito verifica-se a questão do plágio, sendo o artigo submetido a análise de um software anti-plágio. Caso constatado plágio o artigo será rejeitado e as partes envolvidas comunicadas sobre o fato.

7) Provas definitivas do artigo, em formato PDF, serão enviadas aos autores para a concordância na publicação.

8) Os PDFs dos manuscritos aceitos serão disponibilizados, com acesso livre, na página da revista numa edição da revista (https://publicacoes.epagri.sc.gov.br/RAC/index).

 

Política de privacidade

Os nomes e endereços informados nesta revista serão usados exclusivamente para os serviços prestados por esta publicação, não sendo disponibilizados para outras finalidades ou a terceiros.

Periodicidade

A revista Agropecuária Catarinense (RAC) é quadrimestral, com publicação normalmente nos meses de abril, agosto e dezembro.

Política de Acesso Livre

Esta revista oferece acesso livre imediato ao seu conteúdo, seguindo o princípio de que disponibilizar gratuitamente o conhecimento científico ao público proporciona maior democratização do conhecimento.

Patrocinadores

A RAC é patrocinada pela Epagri e eventualmente recebe apoio financeiro de outras instituições governamentais.

Os autores, em nota de rodapé logo acima da titulação, no manuscrito submetido à RAC, poderão mencionar os patrocinadores e/ou o número do convênio que financiou a pesquisa, ou parte dela, que deu origem ao artigo. 

Fontes de Apoio

No período em que a RAC disponibilizava suas edições impressas, ela recebeu apoio financeiro da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (FAPESC), do Ministério Público Estadual e de bancos internacionais de fomento por meio de programas estaduais de governo como o Microbacias e o SC-Rural.

Taxas

A revista Agropecuária Catarinense não cobra taxas de submissão e de publicação dos autores.

Histórico do periódico

Revista Agropecuária Catarinense (RAC) teve seu lançamento em março de 1988 pela ex-EMPASC, Empresa de Pesquisa Agropecuária de Santa Catarina, com o objetivo de registrar e divulgar os resultados da pesquisa agropecuária catarinense a um público técnico. Desde então já passou por muitas transformações: saiu dos tipos e chegou aos "bytes", levando sempre em frente a bandeira da inovação.

A criação da Epagri, em 1991, uniu os trabalhos da pesquisa à extensão rural e pesqueira e ao setor apícola do Estado, ampliando assim também a abrangência dos assuntos da RAC, diversificando sua linha editorial, que passou a focar os trabalhos nas cadeias produtivas em todos os seus elos.

A ampliação também se deu com o seu público, que além dos pesquisadores, os professores e estudantes, a RAC passou a contar com os agentes de extensão rural do Estado, os produtores rurais, os empreendedores da área agrícola e as lideranças do meio; enfim, todas as pessoas com interesse em artigos científicos, informativos técnicos, reportagens ou matérias relacionadas à agropecuária catarinense e brasileira.

 

 

Capa da primeira RAC de março de 1988 

 

Em 2020 a revista passou por um novo processo de mudança, agora com foco na parte científica. Nesta nova fase, a Agropecuária catarinense deixou de divulgar a parte jornalística, ficando basicamente com os diferentes tipos de trabalhos científicos.