Maturação de laranjas e tangerinas no sul do Brasil

indicadores e sazonalidade

Autores

  • Eduardo Cesar Brugnara Epagri / Centro de Pesquisa para Agricultura Familiar. Caixa Postal 791, CEP 89801-970, Chapecó - SC http://orcid.org/0000-0001-9894-2714
  • Rafael Roveri Sabião Epagri/Centro de Pesquisa para Agricultura Familiar

DOI:

https://doi.org/10.52945/rac.v35i3.1230

Palavras-chave:

citrus, acidez, sólidos solúveis, cor

Resumo

A maturação de laranjas e tangerinas consiste em modificações fisiológicas, químicas e morfológicas na casca, na polpa e no suco, que são cruciais para determinar as épocas de colheita de cada variedade. O rato, relação entre a acidez e o teor de açúcar do suco, é o principal parâmetro físico-químico que define a época de colheita, mas o aspecto visual, em especial a coloração, também é importante. A colheita no sul do Brasil estende-se de abril a fevereiro para as laranjas e de fevereiro a
dezembro para as tangerinas, dependendo da variedade. Identificar os períodos de oferta de cada variedade é primordial para atender as demandas de consumo e obter os melhores retornos financeiros em períodos de baixa competividade com frutos
de qualidade.

Biografia do Autor

Eduardo Cesar Brugnara, Epagri / Centro de Pesquisa para Agricultura Familiar. Caixa Postal 791, CEP 89801-970, Chapecó - SC

Engenheiro-Agrônomo, Mestre em Fitotecnia, Pesquisador do Centro de Pesquisa para Agricultura Familiar da Epagri. Atua  em pesquisa científica e colabora na difusão de tecnologias principalmente para os cultivos de laranjeiras, tangerineiras e oliveiras, avaliando a adaptação de genótipos copa e porta-enxertos ao clima e solo da região Oeste de Santa Catarina e buscando melhorar a performance deles através de intervenções no manejo.

Rafael Roveri Sabião, Epagri/Centro de Pesquisa para Agricultura Familiar

Engenheiro-Agrônomo, Doutor em Agronomia (Produção Vegetal), Pesquisador do Centro de Pesquisa para Agricultura Familiar da Epagri. Atua em pesquisa científica e colabora na difusão de tecnologias principalmente com fruticultura, fitotecnia, propagação de plantas, fenologia de frutíferas, frutas tropicais, nativas e exóticas. Atualmente lidera projetos de pesquisa com maracujazeiro e colabora em projetos de citros, oliveira e desenvolvimento sustentável da fruticultura no oeste catarinense.

Referências

BERK, Z. Chapter 2 - Morphology and chemical composition. In: BERK, Z. (Ed.). Citrus Fruit Processing. Academic Press, 2016. p.9-54. DOI:

https://doi.org/10.1016/B978-0-12-803133-9.00002-3.

BRUGNARA, E.C. Maturation of early-ripening mandarin as affected by scion and rootstock cultivars in western Santa Catarina, Brazil. Revista Ceres, v.66, n.4, p.249-256, 2019. DOI:

https://doi.org/10.1590/0034-737X201966040002.

CEAGESP – COMPANHIA DE ENTREPOSTOS E ARMAZÉNS GERAIS DE SÃO PAULO. Normas de classificação de citros de mesa. São Paulo: CEAGESP, 2011. 11p.

GOFF S. A.; KLEE H. J. Plant volatile compounds: sensory cues for health and nutritional value? Science, v.311, p.815-819, 2006. DOI: http://10.1126/science.1112614.

GONÇALVES, E.G.; LORENZI, H.J. Morfologia vegetal: organografia e dicionário ilustrado de morfologia das plantas vasculares. São Paulo: Instituto Plantarum de Estudos da Flora, 2011. 512p.

GONZATTO, M.P.; SCHWARZ, S.F.; OLIVEIRA, R.P.; BENDER, R.J.; SOUZA, P.V. D. ‘URSBRS HADA’: tangoreiro de maturação tardia e duplo propósito. Revista Brasileira de Fruticultura, v.37, n.2, p.524-527, 2015. DOI: https://doi.org/10.1590/0100-2945-401/13.

KOLLER, O.C. Citricultura: laranja, limão e tangerina.1ª ed. Porto Alegre: Editora Rigel, 1994. 446p.

KOLLER, O.L.; SOPRANO, E. Principais cultivares cítricos. In: KOLLER, O. L. (Org.). Citricultura catarinense. Florianópolis: Epagri, 2013. Cap. 3, p.57-120.

SCHWARZ, S.F.; SOUZA, E.L.S.; OLIVEIRA, R.P. Características das variedades copa. EFROM, C. F. S.; SOUZA, O. V. D. (Org.). Citricultura do Rio Grande do Sul: indicações técnicas. 1. ed. Porto Alegre: Secretaria da Agricultura, Pecuária e Irrigação - SEAPI; DDPA, 2018. Cap. 4, p.61-80.

Downloads

Publicado

2022-12-26

Como Citar

Brugnara, E. C., & Sabião, R. R. (2022). Maturação de laranjas e tangerinas no sul do Brasil: indicadores e sazonalidade. Agropecuária Catarinense, 35(3), 11-13. https://doi.org/10.52945/rac.v35i3.1230

Edição

Seção

Informativo Técnico

Artigos Semelhantes

1 2 3 4 5 6 > >> 

Você também pode iniciar uma pesquisa avançada por similaridade para este artigo.