Bases morfofisiológicas para diferenças de produtividade entre regiões produtoras de arroz irrigado em Santa Catarina
DOI:
https://doi.org/10.52945/rac.v27i2.576Palavras-chave:
Oriza satva, rendimento de grãos, morfologia, fisiologiaResumo
Este trabalho foi conduzido objetvando identfcar as bases morfológicas e fsiológicas para as diferenças de produtvidade registradas em duas regiões produtoras de arroz irrigado do estado de Santa Catarina (SC). Os experimentos foram conduzidos em campo nos municípios de Itajaí e Pouso Redondo, SC, utlizando o sistema de cultvo pré-germinado. Em cada local foram testados cinco genótpos de arroz irrigado. Avaliaram-se os caracteres área foliar do colmo principal, incidência de doenças, teor de clorofla da folha bandeira, rendimento de grãos e seus componentes. A produtividade média dos cinco genótpos foi de 11,4t.ha-1 em Pouso Redondo e de 9,7t.ha-1 em Itajaí. O número de grãos por panícula foi o componente do rendimento que melhor explicou as diferenças de produtvidade registradas entre locais. A maior área foliar do colmo principal, o maior teor de clorofila da folha bandeira e a menor incidência de doenças foram característcas morfofsiológicas que contribuíram para a maior produtvidade. A maior disponibilidade de radiação, os menores valores da temperaturaatmosférica máxima e a menor umidade relatva do ar são característcas ambientais que provavelmente contribuem para o maior rendimento de grãos do arroz irrigado em Pouso Redondo.
Downloads
Os dados de download ainda não estão disponíveis.
Downloads
Publicado
28-04-2014
Edição
Seção
Artigo Científico
Licença
Creative Commons Attribution 4.0 (CC BY 4.0 - internacional), permite:
Compartilhar — copiar e redistribuir o material em qualquer meio ou formato para qualquer finalidade, mesmo comercialmente.
Adaptar — remixar, transformar e desenvolver o material para qualquer propósito, mesmo comercialmente.
Como Citar
Bases morfofisiológicas para diferenças de produtividade entre regiões produtoras de arroz irrigado em Santa Catarina. (2014). Agropecuária Catarinense, 27(2), 76-81. https://doi.org/10.52945/rac.v27i2.576