Resistência de cultivares de milho (Zea mays L.) à antracnose foliar no estádio de plântula

Autores

  • João Américo Wordell Filho Epagri/Centro de Pesquisa para Agricultura Familiar (Cepaf )
  • Antonio Carlos Alves UFSC/Centro de Ciências Agrárias
  • Adriano Canci Epagri/Escritório Municipal de Guaraciaba/Projeto Microbacias 2

Palavras-chave:

Severidade, período de incubação, Colletotrichum graminicola

Resumo

A antracnose foliar, doença causada pelo fungo Colletotrichum graminicola (Ces.), é considerada de importância nas regiões produtoras de milho, sendo seu controle realizado unicamente por meio da resistência e tratos culturais. Com o objetivo de avaliar a resistência de genótipos de milho à antracnose foliar foram testadas 72 cultivares em estádio de plântula, considerando-se a severidade e o período de incubação em câmaras climatizadas e em casa de vegetação. Para determinar a severidade da doença, baseou-se na percentagem visual de área foliar necrosada (zero a 100%). As cultivares testadas apresentaram diferenças quanto à severidade da doença sem que nenhuma pudesse ser considerada resistente. O período de incubação não permitiu diferenciar as cultivares avaliadas quanto à resistência à mancha foliar de antracnose.

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Publicado

2020-04-28

Como Citar

Wordell Filho, J. A., Alves, A. C., & Canci, A. (2020). Resistência de cultivares de milho (Zea mays L.) à antracnose foliar no estádio de plântula. Agropecuária Catarinense, 23(1), 53-57. Recuperado de https://publicacoes.epagri.sc.gov.br/rac/article/view/714

Edição

Seção

Artigo Científico