Técnicas para enxertia de mesa e produção de mudas em videira ‘Niagara Rosada’

Autores

  • Emilio Della Bruna Epagri/Estação Experimental de Urussanga
    • Álvaro José Back Epagri/Estação Experimental de Urussanga

      DOI:

      https://doi.org/10.52945/rac.v21i2.856

      Palavras-chave:

      ‘Paulsen 1103’, ‘VR043-43’, calificação, porta-enxerto, AIB, substrato.

      Resumo

      A enxertia de mesa em videiras é uma técnica que reduz o custo e o tempo entre a produção do portaenxerto e o plantio das mudas no local definitivo. Foram estudadas as influências da época de enxertia, da calificação dos enxertos em estufa, do local de plantio, do uso de Ácido Indol Butírico (AIB), da proteção das estacas com sacos plásticos, do tipo de substrato usado para o enraizamento das estacas enxertadas e a viabilidade do uso do portaenxerto VR043-43 em enxertia de mesa. A época de enxertia e o uso de AIB não influenciaram no pegamento dos
      enxertos calificados em estufa. Nos enxertos não calificados, o pegamento foi maior na enxertia feita a partir de setembro. Os diferentes substratos, casca de arroz, mistura de casca de arroz e Argissolo (50%v/v) e solo natural (Argissolo), não afetaram o pegamento dos enxertos. As maiores diferenças no pegamento dos enxertos foram
      constatadas nos tratamentos com calificação em estufa (70%) e sem calificação (12%) para as enxertias feitas em 1º de agosto, bem como no uso de proteção das estacas com sacos plásticos, o que aumentou o pegamento de 28,7% para 74%. A enxertia de mesa para ‘VR043-43’ não se mostrou viável devido ao baixo pegamento em todos os tratamentos usados.

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      Publicado

      12-02-2008

      Edição

      Seção

      Artigo Científico

      Como Citar

      Técnicas para enxertia de mesa e produção de mudas em videira ‘Niagara Rosada’. (2008). Agropecuária Catarinense, 21(2), 72-76. https://doi.org/10.52945/rac.v21i2.856