Agricultura familiar e trabalho rural em Santa Catarina
DOI:
https://doi.org/10.52945/rac.v17i1.993Palavras-chave:
trabalho rural, pluriatividade, desenvolvimento.Resumo
Atualmente há um consenso sobre a necessidade de se repensar os processos de desenvolvimento rural, os quais não podem mais ser analisados da forma tradicional. Particularmente, em relação à produção familiar, observa-se que as transformações estruturais em curso impactaram decisivamente a sua forma de reprodução e as suas relações de trabalho. As mudanças na estrutura ocupacional rural em Santa Catarina indicam o decréscimo de pessoas ocupadas em atividades estritamente agrícolas e o aumento das ocupações não-agrícolas. A diversidade social e econômica entre as diferentes regiões sugere que esse processo está longe de ser homogêneo, em especial, na Região Oeste de Santa Catarina, cuja base econômica é a agropecuária e as oportunidades de trabalho em atividades não-agrícolas no meio rural apresentam-se ainda bastante limitadas. Políticas públicas para o desenvolvimento rural devem levar em conta as especificidades regionais e valorizar as potencialidades locais.
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Copyright (c) 2004 Agropecuaria catarinense

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