Educação e capacitação profissional
desafios para a formação de novos agricultores familiares
DOI:
https://doi.org/10.52945/rac.v15i3.1311Palabras clave:
renda, sucessãoResumen
Este artigo discute a importância da educação formal no processo de formação de uma nova geração de agricultores e baseia-se em uma
pesquisa realizada em 116 unidades de produção representativas da agricultura familiar do oeste de Santa Catarina, onde foram entrevistados os pais, os filhos e as filhas com idade entre 15 e 29 anos. Os resultados da pesquisa mostram que acabaram ficando nos estabelecimentos justamente aqueles filhos que tiveram menos tempo de estudo. Constatou-se que os jovens com idade entre 20 e 30 anos, potenciais candidatos à sucessão da
unidade familiar, possuem um baixo grau de instrução formal, na grande maioria, apenas até a 4ª série do ensino fundamental, o que
dificulta o desempenho da atividade agropecuária, bem como a organização e o desenvolvimento de novas oportunidades de renda,
como é o caso da produção agroecológica, a agroindustrialização artesanal, o turismo rural, dentre outras. Isto sugere a necessidade
de encontrar alternativas para recuperar o atraso escolar da maioria dos atuais e potenciais sucessores do estabelecimento paterno, bem
como o desenvolvimento de métodos alternativos de educação formal que contribuam para valorizar o espaço rural e que fortaleçam as
relações econômicas e sociais do espaço rural.
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Derechos de autor 2002 Agropecuária Catarinense

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