SCS 409 Camila e SCS 410 Piuna – Novas cultivares de ameixeira com resistência à escaldadura das folhas

Autores/as

  • Jean-Pierre Henri J. Ducroquet Epagri/Estação Experimental de São Joaquim
    • Marco Antonio Dalbó Epagri/Estação Experimental de Videira

      DOI:

      https://doi.org/10.52945/rac.v20i1.880

      Palabras clave:

      ameixa, cultivar, Prunus salicina, Xylella fastidiosa, melhoramento genético.

      Resumen

      O cultivo da ameixeira no Brasil está seriamente limitado pela escaldadura das folhas, doença causada pela bactéria Xylella fastidiosa. A maioria das cultivares é altamente suscetível, o que resulta numa vida útil muito curta dos pomares em áreas contaminadas. O uso de cultivares resistentes é a solução ideal para se conviver com esse problema, porém, para as condições brasileiras, existem poucas opções de cultivares com
      qualidade de fruto aceitável e com um nível ao menos mediano de resistência à doença. As cultivares SCS 409 Camila e SCS 410 Piuna vêm suprir essa deficiência, pois possuem, além de uma resistência elevada à escaldadura, frutos de boa qualidade para fins comerciais. Além disso, a cultivar SCS 409 Camila permitirá também estender o período de produção de ameixa por ser de maturação tardia, pois é colhida 15 a 20 dias após a cultivar Letícia, que é normalmente a última a ser colhida no Brasil. Já a cultivar SCS 410 Piuna possui frutos de coloração escura,
      o que permitirá o aumento da oferta deste tipo de ameixa no mercado nacional. Ambas as cultivares são de floração tardia, porém com exigência média de frio hibernal, dispensando tratamentos para quebra de dormência na maioria dos anos em áreas de média a alta altitude (acima de 700m).

      Descargas

      Los datos de descarga aún no están disponibles.

      Publicado

      2007-04-09

      Número

      Sección

      Artículo germoplasma

      Cómo citar

      SCS 409 Camila e SCS 410 Piuna – Novas cultivares de ameixeira com resistência à escaldadura das folhas. (2007). Agropecuária Catarinense, 20(1), 67-70. https://doi.org/10.52945/rac.v20i1.880