Taxa de progresso da doença e resistência de cultivares de cevada à mancha-marrom
DOI:
https://doi.org/10.52945/rac.v22i2.822Palavras-chave:
Bipolaris sorokiniana, Hordeum vulgare, cultivares, severidadeResumo
Foi avaliado o progresso da doença e a resistência de cultivares de cevada à Bipolaris sorokiniana. O ensaio foi realizado no campo experimental da Embrapa Trigo em Coxilha, RS. Comparou-se, na taxa de progresso da doença, resistência e severidade de ponta-preta nos grãos, baseando-se estas na escalas de Fetch & Steffeson (1999) e Anderson & Banttari (1976), respectivamente. As cultivares BR 2, MN 698, Embrapa 128, Embrapa 129 e CI 9539 diferiram quanto à taxa de progresso da doença, graus de doença e severidade de ponta--preta nos grãos. As cultivares BR 2, Embrapa 128, Embrapa 129 e MN 698 apresentaram as maiores taxas de progresso da doença, variando de 2,92 a 3,62 quando comparadas com o acesso CI 9539, mas não diferiram entre si pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade. O acesso CI 9539 apresentou a menor taxa de progresso da doença (1,17).Downloads
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Publicado
22-12-2009
Edição
Seção
Artigo Científico
Licença
Copyright (c) 2009 Revista Agropecuária Catarinense

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Como Citar
Taxa de progresso da doença e resistência de cultivares de cevada à mancha-marrom. (2009). Agropecuária Catarinense, 22(2), 74-77. https://doi.org/10.52945/rac.v22i2.822