Arranjos espaciais de plantas sobre a produtividade do tomateiro

Autores

  • Siegfried Mueller Epagri/Estação Experimental de Caçador
    • Anderson Fernando Wamser Epagri/Estação Experimental de Caçador

      DOI:

      https://doi.org/10.52945/rac.v21i2.859

      Palavras-chave:

      Lycopersicon esculentum, produtividade, peso médio de frutos.

      Resumo

      O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito de cinco arranjos espaciais sobre a produtividade de plantas de tomate com crescimento indeterminado. Os arranjos utilizados foram 30 e 110, 40 e 100, 50 e 90, 60 e 80, 70 e 70cm (o primeiro número indica o menor, e o último, o maior espaçamento entre duas plantas consecutivas na fileira). O espaçamento entre fileiras foi de 1m para todos os tratamentos. A condução das plantas foi no sistema de “V” invertido. Houve seqüência de ziguezague de plantas pareadas de espaçamento menor e maior, e
      vice-versa, entre as duas fileiras pareadas. A cultivar Diva foi usada no ano agrícola 1998/99 e a ‘Carmen’, no ano agrícola 2002/03. O delineamento experimental foi em blocos ao acaso com cinco repetições. Não houve efeito dos arranjos estudados sobre as variáveis produtividade de frutos total e comercial, porcentagem de frutos comerciais, peso médio dos frutos comerciais e número de frutos colhidos por hectare.

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      Publicado

      12-02-2008

      Edição

      Seção

      Artigo Nota Científica

      Como Citar

      Arranjos espaciais de plantas sobre a produtividade do tomateiro. (2008). Agropecuária Catarinense, 21(2), 85-87. https://doi.org/10.52945/rac.v21i2.859