Qualidade de pêssegos cultivares Granada e Maciel colhidos em diferentes graus de maturidade em armazenamento refrigerado
DOI:
https://doi.org/10.52945/rac.v19i3.948Palavras-chave:
pós-colheita, conservação, ponto de colheita.Resumo
Nesse estudo foi avaliado o efeito do grau de maturação na qualidade pós-colheita de pêssegoscultivares Granada e Maciel, durante o armazenamento refrigerado. As frutas foram selecionadas nos estádios
de maturação verde, meio-verde, meio-maduro e maduro, sendo armazenadas por até 30 dias as da cultivar
Granada e até 40 dias as da cultivar Maciel, em temperatura de 0 ± 0,5oC e 85% a 90% de umidade relativa. A cada
dez dias as frutas foram retiradas da câmara, e após três dias em temperatura de 20 ± 0,5oC avaliou-se a perda
de peso, a firmeza de polpa, os sólidos solúveis totais (SST), a acidez total titulável (ATT), as porcentagens de
podridões, o escurecimento interno, a farinosidade, a atividade da polifenoloxidase, os fenóis e características
sensoriais. A partir dos resultados, pode-se concluir que pêssegos ‘Granada’, colhidos nos estádios de maturação
meio-verde e meio-maduro são conservados com qualidade comercial, durante 30 e 20 dias, respectivamente; e
os pêssegos ‘Maciel’, durante 20 dias, quando colhidos no estádio de maturação meio-verde e por dez dias no estádio
meio-maduro.
Downloads
Os dados de download ainda não estão disponíveis.
Downloads
Publicado
27-05-2006
Edição
Seção
Artigo Científico
Licença
Copyright (c) 2006 Agropecuaria catarinense

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Creative Commons Attribution 4.0 (CC BY 4.0 - internacional), permite:
Compartilhar — copiar e redistribuir o material em qualquer meio ou formato para qualquer finalidade, mesmo comercialmente.
Adaptar — remixar, transformar e desenvolver o material para qualquer propósito, mesmo comercialmente.
Como Citar
Qualidade de pêssegos cultivares Granada e Maciel colhidos em diferentes graus de maturidade em armazenamento refrigerado. (2006). Agropecuária Catarinense, 19(3), 73-78. https://doi.org/10.52945/rac.v19i3.948