Análise de coliformes fecais na água de policultivo de peixes integrados à suinocultura
DOI:
https://doi.org/10.52945/rac.v16i3.1030Palabras clave:
piscicultura, qualidade de água, efluente.Resumen
Como a suinocultura está presente na maioria das pequenas propriedades rurais do Oeste Catarinense, criou-se um cenário favorável para a produção de peixes em policultivo com fertilização através de dejetos de suínos. Embora reconhecido por especialistas que este sistema de cultivo vem colaborar com a melhoria
da qualidade ambiental, o produtor rural tem enfrentado críticas de que a piscicultura integrada à suinocultura estaria promovendo a contaminação dos riachos que recebem seus efluentes. O objetivo deste trabalho foi estudar
a qualidade da água dos efluentes produzidos pela piscicultura com ênfase em indicadores de contaminação fecal. Durante dois anos foram monitorados 26 viveiros nos três modelos de aporte de dejetos: horizontal, vertical e
variável, de um total de 161 viveiros no município de Chapecó. A concentração de coliformes fecais de até 1.000NMP/100ml nos efluentes ocorreu em 69,9%; 77,8% e 86,5% das 396 amostras analisadas nos modelos vertical, horizontal e variável, respectivamente. A concentração de até 4.000NMP/100ml ocorreu em pelo menos 88,5% das amostras analisadas, para os três modelos de aporte de dejetos. A legislação ambiental de Santa Catarina estabelece para os corpos receptores de efluentes o índice-limite de 1.000NMP/100ml de coliformes
fecais em 80% ou mais de, pelo menos, cinco amostras mensais para águas de classe II e 4.000NMP/100ml para águas de classe III. Assim, a qualidade da água dos efluentes da piscicultura integrada à suinocultura analisada
neste estudo está dentro dos limites tolerados segundo a legislação ambiental para os corpos receptores de classes II e III.
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Derechos de autor 2003 Agropecuaria catarinense

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