Desempenho de milho inoculado com Azospirillum brasilense associado a doses de nitrogênio em cobertura

Autores/as

  • Carla Maria Pandolfo Epagri/Estação Experimental de Campos Novos
    • Gilcimar Adriano Vogt Epagri/ EE Canoinhas
      • Alvadi Antonio Balbinot Junior Embrapa Soja
        • Gilson José Marcinichen Gallotti Epagri/EE Canoinhas
          • Sérgio Roberto Zoldan Epagri/EE Campos Novos

            DOI:

            https://doi.org/10.52945/rac.v27i3.567

            Palabras clave:

            Zea mays, inoculação, bactéria diazotrófca, adubação nitrogenada

            Resumen

            Uma das alternatvas de redução no consumo de fertlizantes nitrogenados na cultura do milho é a inoculação de sementes com bactérias diazotrófcas que possuem a capacidade de fxar N atmosférico no solo. O objetvo deste trabalho foi avaliar algumas característcas agronômicas e o rendimento de grãos de milho cultvado em Latossolo Vermelho com diferentes doses de N em cobertura, na presença e ausência de inoculação de sementes com Azospirillum brasilense. Os experimentos foram conduzidos em Papanduva e em Campos Novos, SC, nos anos agrícolas 2011/12 e 2012/13, utlizando-se delineamento
            fatorial 2 x 6, com os tratamentos alocados em blocos casualizados, com três repetções, avaliando-se a variedade de milho de polinização aberta SCS155 Catarina. Os fatores testados foram a inoculação com A. brasilense (presença e ausência) e doses de N em cobertura (0, 25, 50, 75, 100 e 125kg ha-1). A inoculação de sementes de milho com A. brasilense não aumenta o rendimento de grãos e não altera a massa de mil grãos, estatura de plantas, altura da inserção da espiga principal e diâmetro do colmo. A aplicação de N em cobertura no milho influencia de modo positvo o rendimento de grãos

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            Publicado

            2014-04-28

            Número

            Sección

            Artigo Científico

            Cómo citar

            Desempenho de milho inoculado com Azospirillum brasilense associado a doses de nitrogênio em cobertura. (2014). Agropecuária Catarinense, 27(3), 94-99. https://doi.org/10.52945/rac.v27i3.567