Bioecologia e manejo das moscas-das-frutas em pomares de laranjeiras

Autores

  • Luís Antonio Chiaradia Epagri/Centro de Pesquisa para Agricultura Familiar
    • José Maria Milanez Epagri/Centro de Pesquisa para Agricultura Familiar

      DOI:

      https://doi.org/10.52945/rac.v16i2.1209

      Palavras-chave:

      pragas, flutuação populacional, Anastrepha fraterculus, Ceratitis capitata

      Resumo

      As moscas-das-frutas são consideradas as p1incipais pragas da fruticultura no Brasil. Estes insetos reduzem a produção dos pomares e a qualidade das frntas, dificultando ou impedindo a expmtaçào de frutas in. natura. A flutuação populacional destas moscas foi acompanhada no período de outubro de 1999 a setembro de 2001, em dois pomares de laranjeiras da cultivar Valência situados nos municípios de Águas de Chapecó e Chapecó, SC. Para tanto, foram utilizados frascos "caça-moscas" com vinagre de vinho tinto a 25% como atrativo alimentar. As amostras foram coletadas semanalmente e transportadas para o Laboratório de Fitossanidadc do Centro de Pesquisa para Agricultura Familiar - Cepaf - da Epagri, para identificação e contagem dos insetos. A captura de moscas totalizou 5.914 espécimes, sendo 5.706 do gênero Anastrepha (99% A fraterculus) e 208 indivíduos de Ceratitís capitata, com picos popuh!cionais ocorrendo no final do verão e no inverno. Os resultados das análises estatísticas de correlação e regressão polinomial entre as médias mensais de moscas capturadas e os dados médios mensais de temperatw·a, insolação, precipitação pluviométrica, umidade relativa do ar e velocidade dos ventos não foram satisfatórios para explicar as variações populacionais destes insetos. O manejo das moscas-das-frutas preconiza o seu monitoramento populacional e a adoção de práticas integradas capazes de manter baixas suas populações.

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      Publicado

      29-07-2003

      Edição

      Seção

      Informativo Técnico

      Como Citar

      Bioecologia e manejo das moscas-das-frutas em pomares de laranjeiras. (2003). Agropecuária Catarinense, 16(2), 51-55. https://doi.org/10.52945/rac.v16i2.1209