Análise de chuvas intensas visando ao dimensionamento de estruturas de conservação do solo para a região de Chapecó, Santa Catarina

Autores

Resumo

As práticas mecânicas ou obras hidráulicas fazem parte dos princípios do manejo conservacionista do solo e são dimensionadas em função de alguns fatores, entre eles, as características da chuva local. Nesse sentido, este trabalho buscou analisar os dados de chuva intensa visando subsidiar o dimensionamento de projetos de conservação do solo na região de Chapecó, SC. Utilizou-se como base a série histórica de precipitação diária obtida na Estação Pluviométrica de Chapecó. Foram ajustados os parâmetros da distribuição de Gumbel-Chow com base na série histórica de chuvas máximas anuais, para o período de 1973 a 2016. A partir da desagregação das chuvas máximas diárias, procedeu-se o ajuste da equação de chuvas intensas. Observou-se que há maior frequência de eventos extremos de chuva no outono e menor no verão. A chuva máxima diária, com período de retorno de 10 anos, a ser adotada como critério para o dimensionamento de terraços em nível foi 146,9 mm. Já para terraços de drenagem, a intensidade da chuva máxima com duração de 15 minutos e período de retorno de 10 anos, assumida foi de 141,9 mm h-1

Biografia do Autor

  • Álvaro José Back
    Estação Experimental de Urussanga,
    • Leandro do Prado Wildner
      Engenheiro-agrônomo, Pesquisador, Dr. da Epagri no Centro de Pesquisas para Agricultura Familiar (Cepaf), Chapecó, SC
      • Juliano Gonçalves Garcez
        Engenheiro-agrônomo, Epagri/Escritório Municipal de Caxambu do Sul, SC

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