Sal proteínica, tecnología para la ganadería en zonas de gran altitud

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Resumen

La tecnología de sal proteica en Santa Catarina fue desarrollada por Epagri en la Estación Experimental de Lages para mejorar los indicadores zootécnicos de los rebaños bovinos en regiones propensas a las heladas, especialmente en pastizales nativos. El objetivo principal del uso de la sal proteica es suplir la deficiencia de nitrógeno de las bacterias ruminales, las cuales son capaces de extraer energía del pasto ingerido por el ganado mediante el proceso de fermentación. Cuando se utiliza, la sal proteica promueve un mayor consumo de forraje y una mayor ingesta de nutrientes, revirtiendo una situación de pérdida de peso corporal a mantenimiento o pequeñas ganancias. Los estudios sobre las deficiencias nutricionales de los rebaños en la región comenzaron en 1984 y culminaron, en 1995, con el desarrollo de la tecnología conocida como Sal Bock, ampliamente utilizada por los ganaderos en la Meseta Sur de Santa Catarina y otras regiones del sur de Brasil. Para el uso efectivo de la sal proteica, se requieren algunas prácticas de manejo, desde una fase de adaptación hasta el pesaje de los animales al inicio y al final del período de utilización. Al beneficiar la microbiota ruminal y favorecer un mejor aprovechamiento de los pastos dañados por las heladas, el uso de sal proteínica también contribuye indirectamente a reducir los incendios en pastizales nativos, un importante beneficio ambiental que la sociedad cuestiona ampliamente.

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